Terça-feira, 18h40. Camila, CMO de uma marca de consumo, fecha o relatório do trimestre: CPM subindo, CTR caindo e o mesmo filme de 30 segundos rodando há dois meses. A campanha com IA entrou na pauta por isso.
O State of Immersive & Agentic Commerce 2026 mostra que conteúdo com CGI e IA segura a atenção nos primeiros 1 a 3 segundos e fluxos com IA chegam a cortar até 70% do tempo de ida ao mercado.
A seguir estão os exemplos de publicidade com IA que a metaKosmos colocou no ar, com brief, ideia e resultado de cada um, e o passo a passo para planejar a próxima campanha da sua marca.
O que são vídeos com IA para campanhas publicitárias
A diferença entre um vídeo feito com IA e uma campanha com IA está no que vem antes e depois da geração: objetivo de negócio, atributo a provar, plano de distribuição e métrica de sucesso, tudo definido no brief.
O vídeo isolado pode ser um experimento bonito. A campanha tem dono, verba de mídia e prazo, e responde a uma pergunta simples: o que o público precisa lembrar da marca depois de três segundos?
Se a sua dúvida ainda é sobre a tecnologia, vale começar pelo texto sobre o que são vídeos com IA e como eles parecem reais. Aqui o foco é estratégia, exemplos e resultado.
Os três caminhos de produção
O estudo organiza a aplicação de IA criativa em três caminhos. Escolher o certo é a primeira decisão de produção da campanha:
- Produção 100% IA: o universo inteiro é gerado do zero, ideal para cenas impossíveis, testes de conceito e volume de variações.
- Workflow híbrido: a IA gera cenários e movimento, e o CGI com pós-produção garante consistência e identidade de marca.
- Produção real potencializada por IA: o produto é captado de verdade e a IA expande o contexto, para quando a fidelidade do item é inegociável.
Os cases da metaKosmos passam pelos três: a Rider e a Movida foram 100% IA, e a TV Globo misturou captação real com CGI e IA.
O detalhe técnico de cada caminho, das ferramentas à pós-produção, está no guia de produção de vídeos publicitários com IA.
Por que as marcas estão levando a IA para a campanha
Desde o 1984 da Apple, o filme publicitário de impacto pede duas coisas: ideia grande e produção cara. A IA mexeu na segunda parte da equação, mas a primeira continua exatamente igual.
O motivo mais honesto para a mudança é atenção. O feed ficou saturado de peças parecidas, a mídia encareceu e o filme tradicional demora tanto que a conversa já mudou quando ele estreia.
Velocidade de ida ao mercado
Segundo dados de McKinsey e StackAdapt reunidos no estudo, 88% das empresas já usam IA regularmente e 93% das marcas e agências dizem que a tecnologia acelera seus fluxos de trabalho.
O mesmo capítulo registra casos brasileiros com redução de até 70% no tempo de ida ao mercado. Para a Camila, isso significa reagir a uma data, uma trend ou um concorrente na mesma semana, e não no trimestre seguinte.
Atenção nos primeiros três segundos
Uma cena que não poderia existir na vida real quebra a rolagem no automático. O estudo aponta que esse tipo de conteúdo eleva tempo médio de visualização, replay, CTR e viewability, além de gerar PR espontâneo.
Economia que vira teste
Casos de mercado citados no estudo indicam redução de 30% a 50% na produção de conteúdo. A economia não precisa virar corte: ela paga mais roteiro, mais curadoria e mais versões para testar.

Exemplos de publicidade com IA: 6 campanhas brasileiras com resultado
Os números abaixo estão no estudo ou nos mKases publicados. Repare no padrão: em todos, a IA serve a uma ideia ligada ao produto, e a ideia nasceu antes da escolha da ferramenta.
Rider: o slide do Ronaldinho Gaúcho em 11 milhões de views
Para lançar um chinelo slide assinado por Ronaldinho Gaúcho, em edição limitada de 365 pares, a Rider (marca da Grendene) pediu uma peça à altura do craque e do caráter de colecionável do produto.
A metaKosmos criou um vídeo vertical de cerca de 42 segundos, todo em CGI gerado por IA, sem locação nem captação física. O produto aparece como herói, em closes que comprovam o acabamento premium.
Publicada em 3 de junho de 2026, a peça do mKase da Rider passou de 11 milhões de visualizações e 6,3 mil curtidas.
TV Globo: as Três Graças ganharam vida com IA
Para antecipar um capítulo decisivo da novela Três Graças, a TV Globo, a agência Droga5 e a metaKosmos usaram IA para dar movimento às estátuas da trama, que saíram correndo pela Avenida Paulista dentro de um plano 360°.
Segundo o estudo, a série de vídeos somou mais de 10 milhões de visualizações orgânicas no Instagram da TV Globo em uma semana. A campanha completa está no mKase da TV Globo.
Movida: bolas da Copa jorrando da van
Na Copa do Mundo, a Movida precisava comunicar a promoção "Alugou, Ganhou", feita com a Adidas. A ideia trazida pelas agências Artplan e Dailymotion era impossível de filmar: centenas de bolas oficiais saindo da van e da loja.
A metaKosmos partiu de fotos reais da loja e da van e gerou a peça 100% com IA. O maior cuidado foi a fidelidade do design oficial das bolas, que pediu rodadas dedicadas de geração.
O vídeo do mKase da Movida passou de 5,5 milhões de visualizações e saiu do feed para os aeroportos do Galeão e Santos Dumont, em mídia out of home.
Stanley: o verão carioca congelado
No Carnaval, a Stanley queria provar seu principal atributo, manter a bebida gelada por horas, no feed mais disputado do ano. O vídeo com IA congelou a orla do Rio no momento em que o copo aterrissa na cena.
O conceito "o verão esquenta, sua bebida não" rendeu 1,1 milhão de visualizações orgânicas, segundo o estudo, numa campanha que teve também um vídeo em FOOH. Os detalhes estão no mKase da Stanley.
"A visão e a expertise da mK nesses novos formatos foram fundamentais para entregarmos algo original, impactante e alinhado ao nosso DNA." Mariana Camargo, Marketing Director da Stanley 1913
Chikas: com e sem Adiós Queda
Para lançar a linha anti-queda Adiós Queda, da Chikas (submarca da Bio Extratus), a metaKosmos criou três vídeos com IA comparando cenas "com" e "sem" o produto, além de um FOOH nos Arcos da Lapa.
Na peça mais vista, uma árvore balança sem perder nenhuma maçã com o produto, e sem ele as frutas caem sobre uma mulher sentada. Só esse vídeo chegou a 3,9 milhões de views.
A campanha do mKase da Chikas somou mais de 7 milhões de visualizações, com todas as entregas concluídas em 30 dias.
Bio Extratus: o filme com IA numa campanha de 23,3 milhões
No lançamento dos tonalizantes sem amônia, a Bio Extratus combinou vídeos 3D, um FOOH com pistache gigante e um filme feito com IA celebrando a diversidade brasileira, cada peça com um papel diferente no funil.
Segundo o estudo, a campanha passou de 23,3 milhões de visualizações orgânicas, com entrega em 30 dias. O mKase da Bio Extratus mostra como as camadas de teaser e revelação se encaixaram.
Campanhas com IA além do feed: convenção, varejo e novos usos
Nem toda campanha com IA nasce para viralizar. Parte dos melhores exemplos resolve um evento interno, uma data de varejo ou a necessidade de mostrar um uso novo do produto.
Avon: modelos 100% IA na convenção de vendas
Na primeira convenção depois da união das equipes de revenda da Avon com a Natura, a categoria de maquiagem quis exaltar a diversidade da mulher brasileira com tecnologia.
A metaKosmos convidou o artista 3D e fotógrafo Jacques Dequeker para um vídeo com modelos 100% criadas por IA generativa, exibido no evento. O processo está no mKase da Avon.

Hapvida: diretores viraram time de futebol em 16 dias
Para a conferência interna da Hapvida, dois vídeos com IA transformaram áreas e diretores em jogadores de um time. A produção usou ambientes gerados por IA e substituição de rosto fotorrealista dos executivos.
Do início ao arquivo final foram 16 dias corridos, prazo que a captação tradicional dificilmente cumpriria. Os detalhes estão no mKase da Hapvida.
Oba Hortifruti: a trend dos mini chefs no Natal
Contratada pela agência Bluesideia, a metaKosmos aproveitou uma trend em alta (trabalhadores em miniatura mexendo em produtos gigantes) para colocar mini chefs preparando o Chocotone da Oba Hortifruti.
O vídeo saiu em 16:9, 9:16 e 1:1, passou de 226 mil visualizações e recebeu nota 100 na pesquisa de satisfação do cliente, segundo o mKase da Oba Hortifruti.

Copra: o óleo de coco fora da cozinha
A Copra Alimentos queria mostrar o óleo de coco na rotina de beleza e na corrida, longe do uso culinário. Dois filmes com IA traduziram esses territórios em cenas sensoriais pensadas para o feed.
A primeira peça publicada passou de 101 mil visualizações e validou a IA como formato para campanhas com várias narrativas, como registra o mKase da Copra.
Exemplos de mercado reunidos no estudo
O estudo também documenta campanhas com IA feitas por outros estúdios. O Boticário usou captação real e IA para transformar cada fragrância num planeta, e os 50 anos do Clube de Criação ganharam uma campanha 100% generativa.
No BBB 26, o iFood usou fundos gerados por IA no filme da campanha "100 dias de ofertas". Segundo dados do iFood citados no estudo, a campanha registrou 54% mais pedidos já na primeira semana.
Como planejar uma campanha com vídeo de IA em 5 passos
O roteiro abaixo segue as provocações operacionais do estudo e o processo que a metaKosmos usa nos projetos de vídeo. Ele vale para lançamento, data sazonal ou reposicionamento.
1. Brief: um atributo, uma prova
Escolha um atributo só. A Stanley tinha "mantém gelado", a Chikas tinha "não cai" e a Rider tinha "edição limitada". Brief com cinco mensagens vira um vídeo que não diz nada (e que ninguém lembra).
2. Ideia: a cena impossível que prova o produto
A IA brilha no que não dá para filmar: a orla congelada, as bolas inundando a loja, as maçãs que não caem. Se a cena cabe num estúdio comum, talvez a IA nem seja o melhor caminho.
O estudo recomenda começar com um piloto de alto apelo visual e um conceito simples, com forte efeito WooW!, numa peça de 15 a 30 segundos.
3. Produção: escolha o caminho e trave a fidelidade
Defina se a peça é 100% IA, híbrida ou captação real com IA. Depois trave o que não pode variar: produto, logo de parceiro, rosto e cores. Na Movida, as bolas oficiais pediram rodadas exclusivas até ficarem perfeitas.
4. Distribuição e mídia: orgânico com combustível
Planeje os formatos desde o storyboard: 9:16 para Reels, TikTok e Shorts, 1:1 e 16:9 para os demais pontos de contato. A Oba saiu nos três, e a Movida chegou à mídia exterior dos aeroportos.
O estudo é direto: o conceito deve ser promovido com mídia paga para maximizar o poder de viralização, com press-release para somar a visibilidade de PR ao alcance orgânico.
5. Métricas: o que acompanhar desde o primeiro dia
- Retenção nos 3 primeiros segundos, o termômetro de que a cena quebrou a rolagem.
- Replay e tempo médio de visualização, que mostram se o vídeo prende até o fim.
- CTR e viewability nas peças pagas, comparados aos anúncios convencionais da própria marca.
- Comentários e compartilhamentos, sinal de conversa espontânea fora da base de seguidores.
- Brand lift (lembrança e intenção de compra) quando a verba de mídia justificar a pesquisa.
Com resultado positivo, o estudo sugere replicar o modelo e escalar a produção com base em dados de performance. Foi o caminho da Bio Extratus, que emendou a campanha da Chikas logo depois.

Quanto tempo leva e como pensar o investimento
Os prazos dos cases dão a régua: 16 dias corridos na Hapvida e 30 dias na Chikas e na Bio Extratus, somando IA, 3D e FOOH. O que mais pesa no cronograma é o número de rodadas de aprovação.
Sobre investimento, a conversa começa pelo objetivo e pelo escopo: quantas peças, quantos formatos, quantas versões para teste. Campanha bem dimensionada é a que tem meta clara antes do primeiro prompt.
O estudo registra redução de 20% a 35% no CAC quando experiências imersivas ganham eficiência de conversão e viralização orgânica. É a métrica que a Camila leva para o CFO, muito antes do custo da produção.
Spoiler: o gasto que mais assusta numa campanha com IA costuma ser invisível, o tempo de quem gera, descarta e refaz sem método até o prazo acabar.
Os erros que derrubam uma campanha com IA
Prompt genérico, vídeo genérico
"Crie um vídeo sobre a nossa marca" gera algo que qualquer concorrente poderia publicar. Prompt bom carrega atributo, cenário, ritmo e referência visual, e nasce de um roteiro decupado cena a cena.
Automatizar o que pede olhar humano
O estudo chama de human-in-the-loop: pontos de verificação humana nos momentos críticos e pós-produção como etapa protagonista. Na Copra, cada lote de gerações passou por curadoria que descartou takes inconsistentes.
O guia do CONAR para publicidade por influenciadores (edição de maio de 2026) reforça que anunciantes e agências seguem responsáveis pelo conteúdo gerado com IA e não podem veicular simulações que induzam o consumidor a erro.
Volume sem propósito
Cinquenta vídeos genéricos não superam uma peça com ideia forte. Feed lotado de conteúdo raso dilui a marca e deixa dinheiro na mesa: a verba de mídia que poderia empurrar o vídeo certo.
Ignorar a fidelidade de marca
Logo deformado, embalagem errada ou cor fora do manual destroem a credibilidade em segundos. A Movida passou por oito versões com as agências até o design oficial das bolas aparecer com exatidão.
Lançar uma versão só
A IA barateia a variação, então não testar é desperdício. Hooks diferentes, durações de 10 e 15 segundos e cortes por formato ajudam a descobrir qual versão performa antes de concentrar a verba.
Fazer internamente, com freelancer ou com um parceiro?
A tentação é assinar meia dúzia de ferramentas e assistir a tutoriais no fim de semana. Funciona para teste interno. Para campanha com mídia, prazo e marca em jogo, a conta costuma ser outra.
Quais ferramentas entram numa campanha com IA
Nenhuma ferramenta resolve tudo sozinha. A Copra usou Midjourney e Nano Banana para as imagens-chave, Photoshop para a continuidade e Kling para animar. Na Movida, a dupla foi Nano Banana e Seedance 2.
A lista muda a cada poucos meses, então vale mais escolher quem domina o fluxo do que decorar o nome da ferramenta da vez.
A ferramenta é a parte fácil.
O que pesa na decisão
- Direção criativa: transformar um atributo em cena impossível é trabalho de roteiro, e não de prompt.
- Consistência: manter rosto, produto e cor iguais em dezenas de planos exige método e pós-produção.
- Prazo: campanha sazonal não espera curva de aprendizado de quem ainda está testando.
- Performance: o vídeo precisa nascer pensado para retenção, formato e mídia.
A real é que montar essa estrutura dentro de casa só compensa com volume alto e contínuo. Por isso a metaKosmos criou a linha WooW! Videos, operada pela mK Labs, a creative house da metaKosmos.
Onde a campanha com IA se encaixa no plano da marca
Vídeo com IA e FOOH andam juntos em vários cases (Stanley, Chikas e Bio Extratus, para ficar nos deste texto). Para entender o formato que coloca objetos impossíveis em ruas reais, vale ler o guia completo de FOOH.
Se o objetivo principal é alcance orgânico, o método de como fazer vídeo viral para marcas e os gatilhos do conteúdo que viraliza nas redes sociais completam este guia.
E quando o vídeo precisa levar o público até a compra, ele entra como porta de entrada de uma jornada maior, explicada no guia completo de Immersive Commerce.
Qual cena impossível a sua marca vai lançar primeiro?
Os cases de Stanley, TV Globo e Bio Extratus, com os dados de IA criativa e de impacto no CAC, estão no State of Immersive & Agentic Commerce 2026, o estudo da metaKosmos sobre o que já gera resultado.
Se a próxima campanha precisa parar o feed com um atributo claro, prazo curto e mídia planejada, fale com quem já colocou esses vídeos no ar. Clique no botão abaixo.
Fale com um mentor da metaKosmos
Perguntas frequentes sobre vídeos com IA em campanhas
O que são vídeos com IA para campanhas publicitárias?
São filmes de marca gerados ou finalizados com inteligência artificial generativa e planejados como campanha, com brief, ideia, plano de mídia e meta de resultado. A IA cria cenários, personagens e movimentos que seriam caros ou impossíveis de filmar. A diferença para um vídeo isolado está no método: cada peça prova um atributo do produto, sai nos formatos certos e é medida por retenção, CTR e alcance.
Quais são bons exemplos de publicidade com IA no Brasil?
Os maiores exemplos recentes são da Rider, com o slide do Ronaldinho Gaúcho em mais de 11 milhões de views, da TV Globo, com as Três Graças em mais de 10 milhões numa semana, e da Movida, com 5,5 milhões na Copa. Stanley, Chikas, Bio Extratus, Avon e Oba Hortifruti completam a lista de campanhas com IA feitas pela metaKosmos.
Campanha com vídeo de IA funciona em mídia paga ou só no orgânico?
Funciona nos dois, e o melhor resultado vem da combinação. O State of Immersive & Agentic Commerce 2026 recomenda promover o conceito com mídia paga para maximizar o poder de viralização. O vídeo da Movida mostra o alcance além do digital: nasceu para as redes sociais e foi parar em mídia out of home nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro.
Quanto tempo leva para colocar uma campanha com vídeo de IA no ar?
Nos cases da metaKosmos, o prazo ficou entre 16 e 30 dias do briefing à entrega. A Hapvida recebeu dois vídeos com IA em 16 dias corridos, e a Chikas teve três vídeos com IA e um FOOH entregues em 30 dias. O prazo cresce com o número de peças, de formatos e, sobretudo, de rodadas de aprovação com a marca e a agência.
Quanto custa uma campanha com vídeo de IA?
Depende do escopo: número de peças, formatos, versões de teste e complexidade das cenas. Por isso o orçamento é dimensionado pelo objetivo, e não por tabela fixa. Casos de mercado citados no State of Immersive & Agentic Commerce 2026 indicam redução de 30% a 50% na produção de conteúdo com IA, economia que costuma voltar para roteiro, curadoria e variações de teste.
Quais ferramentas de IA são usadas para fazer vídeos publicitários?
Uma campanha profissional combina várias ferramentas, porque nenhuma resolve tudo sozinha. Nos cases da metaKosmos aparecem Midjourney e Nano Banana para gerar imagens-chave, Kling e Seedance 2 para animação, Photoshop para continuidade e softwares de edição para cor e som. A lista muda a cada poucos meses, então o diferencial está em quem domina o fluxo inteiro, do roteiro à pós-produção.
Vídeo 100% IA ou híbrido: qual escolher?
Escolha 100% IA quando a cena for impossível de filmar e o produto aguentar pequenas variações, e híbrido quando a fidelidade do item for inegociável. A Rider e a Movida foram feitas inteiramente com IA. Já a TV Globo combinou captação real na Avenida Paulista com CGI e IA. Existe ainda a captação real do produto com cenários expandidos por IA.
Como medir o resultado de uma campanha com vídeo de IA?
Meça retenção nos três primeiros segundos, taxa de replay, tempo médio de visualização, CTR, viewability e compartilhamentos. Compare sempre com os anúncios convencionais da própria marca, para enxergar o ganho real. Em campanhas maiores, uma pesquisa de brand lift mostra o efeito em lembrança e intenção de compra. Views sozinhas contam só parte da história; o que importa é o efeito no negócio da marca.
Qual a diferença entre vídeo com IA e FOOH?
Vídeo com IA é qualquer peça em que a inteligência artificial gera ou anima cenas, e FOOH é o formato que insere objetos impossíveis em lugares reais para parecer que aconteceu de verdade. Os dois se cruzam com frequência: as estátuas das Três Graças, da TV Globo, eram um FOOH feito com IA. Campanhas como a da Stanley usaram um vídeo de cada tipo.
Dá para usar produto real e rosto de pessoas em vídeo com IA?
Sim, desde que direitos de imagem e de marca estejam liberados e o processo trave a fidelidade. A Hapvida teve rostos reais dos próprios diretores inseridos em cenários gerados por IA, e a Movida exigiu precisão total no design oficial das bolas da Adidas. Esse tipo de projeto pede mais rodadas de geração e uma etapa de pós-produção dedicada à consistência.
Vídeo com IA serve para campanha interna e de varejo?
Serve, e alguns dos melhores exemplos nasceram fora do feed. A Avon exibiu um vídeo com modelos 100% criadas por IA na convenção de vendas, e a Hapvida abriu sua conferência interna com executivos transformados em jogadores de futebol. No varejo, a Oba Hortifruti usou a trend dos mini chefs para vender o Chocotone no Natal e passou de 226 mil visualizações.
Vale a pena fazer vídeos com IA internamente ou com freelancer?
Para testes internos, vale. Para campanha com mídia, prazo e reputação em jogo, um parceiro especializado com cases publicados costuma compensar no fim da conta. Manter consistência de produto e rosto em dezenas de planos, travar a identidade de marca e pensar o vídeo para performance exigem método, curadoria e pós-produção, coisas que tutorial e assinatura de ferramenta não entregam sozinhos.
Por que contratar a metaKosmos para uma campanha com IA?
Porque a metaKosmos já colocou no ar campanhas com IA que passam de 10 milhões de visualizações, como Rider e TV Globo, além de cases como Movida, Stanley, Chikas e Bio Extratus. A linha WooW! Videos, operada pela mK Labs, une roteiro, IA generativa, CGI e plano de mídia num único fornecedor. Para começar, fale com um mentor da metaKosmos.





