Na prática, são vídeos FOOH, vídeos com IA, animações 3D, filtros e WebApps de AR, ativações em VR e tours virtuais. Um único projeto, o da Bio Extratus, passou de 23,3 milhões de visualizações orgânicas.
Segunda-feira, 8h40. Camila, diretora de marketing de uma marca de cosméticos, abre o relatório e vê o filme de lançamento ser pulado antes do terceiro segundo (de novo).
No State of Immersive & Agentic Commerce 2026, os dois vídeos FOOH da Chevrolet, feitos com a metaKosmos, alcançaram +2,7 milhões de pessoas na primeira semana, com +101% de engajamento e +775% de CTR frente a anúncios convencionais.
O que é o mK Labs, a Creative House da metaKosmos?
O mK Labs funciona como um estúdio de ideia e produção dentro da metaKosmos. A matéria-prima é computação gráfica, IA generativa e Realidade Aumentada, e o alvo é lembrança de marca, viralização orgânica e mídia espontânea.
Projeto sob medida ou produto de prateleira?
A metaKosmos tem dois braços. O primeiro é o SaaS de recorrência, com provadores virtuais, visualizadores 3D e simulador de casa, como o mK 3D Shop e o mK Beauty. O segundo é o mK Labs.
No mK Labs, cada briefing vira um projeto único, com escopo, cronograma e entregáveis fechados antes de a produção começar. A marca contrata a ideia e a execução quando a campanha pede, sem mensalidade.
Aqui na mK, a gente chama isso de modelo hands-on: o time trabalha lado a lado com a marca, em ciclos curtos de iteração, para a peça chegar no dia certo da veiculação.
Como o mK Labs trabalha com a sua agência e a sua produtora
O mK Labs complementa a agência criativa da marca. A agência segue dona da big idea, do tom de voz e da narrativa; o mK Labs entra quando o briefing pede FOOH, XR, filtro AR ou tour 360°.
A produtora de vídeo segue com a produção tradicional. O mK Labs assume a camada imersiva e a pós-produção com IA generativa, integrada ao plano principal, sem retrabalho e sem disputa entre fornecedores.
Quais projetos o mK Labs entrega?
A operação se organiza em quatro frentes. A marca escolhe uma ou combina várias, conforme o briefing e o calendário comercial.
- Vídeos FOOH, vídeos com IA e animações 3D: peças hiper-realistas para campanhas e datas sazonais.
- Ativações XR e VR em eventos: óculos de realidade virtual, foto opportunity com AR e interação em estande.
- Tours virtuais e experiências gamificadas: ambientes 3D navegáveis, jogos e quizzes de marca.
- Filtros e WebApps de AR para press kit e PDV: unboxing interativo, QR Code animado e ritual de aplicação.

Vídeos FOOH: a cena impossível que parece real
FOOH (Fake Out of Home) mistura cena real com elemento 3D hiper-realista, e o espectador pausa na dúvida: isso aconteceu mesmo? Essa dúvida segura a atenção, gera replay e espalha a peça pelo feed.
O Meio & Mensagem define o formato como imagens e vídeos de computação gráfica que simulam ativações de mídia exterior hiper-realistas, e defende deixar claro ao público que a peça é CGI.
Um exemplo é o da The Westin: a cama Heavenly Bed voando sobre o Parque Ibirapuera até encaixar num quarto do hotel. O vídeo alcançou 5,6 milhões de visualizações.

O guia completo de FOOH detalha formatos, etapas e erros fatais, e o texto sobre como fazer vídeo viral para marcas mostra o método por trás do acaso.
Vídeos com IA e animações 3D: velocidade com acabamento de cinema
A IA generativa entrou na rotina do mK Labs para acelerar pré-visualização, variações de formato e movimento de personagens. Luz, sombra e escala do objeto digital continuam passando pelo olhar de um time de CGI.

O vídeo da Rider, marca da Grendene, mostra a escala: um vídeo vertical de IA para o slide assinado por Ronaldinho Gaúcho, edição limitada de 365 pares, que passou de 11 milhões de visualizações.
Quando o prazo aperta, a IA também salva a data. Para a conferência interna da Hapvida, dois vídeos que transformam diretores em jogadores de um time de futebol saíram em 16 dias corridos.
Já a animação 3D trabalha no ponto de venda. O vídeo da Heineken 0.0 para as lojas Sam's Club foi o primeiro DOOH produzido pela mK, entregue em 30 dias.
Ativações em VR e experiências gamificadas
Em evento, a disputa é por quem para no estande. Para a (re)energisa, o mK Labs combinou óculos de VR e fotos estilizadas por IA na estreia da marca no The Smarter South America, em agosto de 2023.
A Prefeitura de Curitiba pediu algo mais lúdico: um metaverso 3D gamificado, com jogos e quizzes sobre sustentabilidade, acessível pelo navegador e por óculos de VR em eventos presenciais.

Centenas de crianças viveram a experiência nas ativações presenciais, e outras milhares entraram online. Jogo também é formato de marca, inclusive para o setor público.
Há ainda a Rodonaves, que celebrou 45 anos com uma experiência em VR 180° para o público interno, e a Fertgroup, que explicou a fertilização in vitro em VR e em uma WebApp de AR.
Tours virtuais para mostrar o que ainda não existe
No imobiliário e no varejo, o tour virtual 3D deixa o cliente andar pelo apartamento decorado ou pela loja-conceito antes da obra ou da montagem. Ele roda no navegador e em óculos de VR, sem instalação.
Filtros e WebApps de AR para press kit e PDV
Press kit enviado costuma ser ignorado, e material de PDV passa batido na gôndola. O filtro de AR transforma os dois em conversa: a caixa vira porta de entrada para um efeito que o influenciador quer mostrar.
Na Avon, o filtro do press kit da linha Renew teve +20 mil usos e +4 mil re-publicações nas redes sociais.
Para a L'Oréal Professionnel, um WebApp de AR abriu a embalagem do press kit das colorações iNOA e Dia Color, do conceito aos testes em desktop, Android e iOS em cerca de 30 dias.
Na Anasol, um só lançamento ganhou três peças: FOOH com 603 mil visualizações, vídeo com IA com 54,7 mil e filtro de AR com consultora virtual gerada por IA.
Que resultados o mK Labs já entregou?
Marca que procura uma Creative House quer prova, não adjetivo. Os mKases abaixo trazem o número, o formato e o cliente, e cada um tem página própria com o detalhamento completo.
Chevrolet: de 2,7 milhões de pessoas a 20 milhões de acessos
Para lançar o Blazer EV e o Equinox EV, a GM fez com a metaKosmos dois vídeos FOOH como peça central de uma campanha 360° na América do Sul. O mKase da General Motors conta a jornada.

Os números, conferidos no estudo da metaKosmos: +2,7 milhões de pessoas na primeira semana, +101% de engajamento e +775% de CTR sobre anúncios convencionais. Os configuradores 3D ligados à campanha receberam mais de 20 milhões de acessos aos carros.
"Fomos positivamente surpreendidos pelos resultados: a taxa de cliques e o engajamento ficaram muito acima dos vídeos convencionais, com performance até sete vezes superior ao esperado." Thiago Gomide, Gerente de Mídia General Motors na América do Sul
Bio Extratus: 23,3 milhões de visualizações com produção em 30 dias
Um pistache gigante surgiu na Avenida Paulista e se abriu para revelar a linha de tonalizantes sem amônia, cujo ingrediente principal é o óleo de pistache. A campanha da Bio Extratus somou 23,3 milhões de views orgânicas.
Só o FOOH respondeu por 14,8 milhões, e a produção foi entregue em 30 dias. A campanha incluiu ainda vídeos 3D de teaser e revelação e um filme feito com IA.
Stanley, Peça Rara, UFC, TV Globo e mais: formatos diferentes, mesma lógica
- Stanley: vídeo com IA que congelou o verão carioca, com 1,1 milhão de visualizações orgânicas.
- Peça Rara e Boa Safra: sequência de FOOH que passou de 7,6 milhões de visualizações para a Peça Rara e alcançou mais de 860 mil pessoas para a Boa Safra.
- UFC: o lutador Alex Poatan "circulando" pela Avenida Paulista para o UFC 307, com mais de 4 milhões de visualizações.
- TV Globo: as estátuas das Três Graças ganham vida na Paulista com IA, com 10 milhões de views orgânicas no Instagram da Globo em uma semana.
- L'Oréal Professionnel: um prédio do Rio vira a caixa da coloração iNOA, com mais de 8 milhões de visualizações e mais de 70% das interações vindas de quem não seguia a marca.

Repare no padrão: a ideia nasce do produto. O pistache era o ingrediente, o prédio virou a embalagem, o copo térmico congelou o verão. CGI de cinema e distribuição planejada fazem o resto.
Não foi sorte.
Por que três segundos decidem se a campanha funciona?
O estudo da metaKosmos descreve o conteúdo de CGI, IA e VFX em formato FOOH como aquele que captura a atenção nos primeiros 1 a 3 segundos e eleva tempo de visualização, taxa de replay e CTR.
Spoiler: o problema raramente é orçamento. Filme caro que ninguém assiste é dinheiro na mesa.
A mesmice virou o inimigo. Todo mundo aprendeu a fazer o vídeo bonito padrão (aquele com trilha épica e câmera lenta), e a peça da marca se confunde com a do vizinho no scroll.
Você pode ter a melhor mensagem do mundo, mas se ela não para o feed, ninguém vai ver. Ian Borges, cofundador e CEO da metaKosmos.
O mK Labs ataca essa dor pela diferenciação criativa: tecnologia a serviço de uma ideia que o público ainda não viu, em vez de mais um filme genérico gerado em escala.
O que diferencia o mK Labs de um estúdio de CGI avulso?
Muitos estúdios entregam o vídeo e saem de cena. A metaKosmos opera dois lados ao mesmo tempo: o SaaS de performance e a Creative House, e isso muda o que o projeto consegue provar.
Do vídeo que atrai ao produto que converte
A Chevrolet é o exemplo mais claro. O FOOH chamou a atenção, e o configurador 3D nos sites da marca recebeu mais de 20 milhões de acessos. A ponta criativa e a ponta de conversão trabalharam juntas.
Em beleza, o mesmo raciocínio liga o FOOH ao provador virtual. O guia de Immersive Commerce mostra como essa estratégia integrada de campanha e e-commerce funciona.
Um ativo 3D, vários canais
Na estratégia Your 3D Everywhere, o mesmo ativo 3D alimenta o visualizador do site, vídeos publicitários, filtros de AR e ativações no PDV. O investimento em modelagem rende em mais de um canal.
Para campanhas que combinam mídia paga e criativo imersivo, o guia de vídeos publicitários com IA mostra como conectar criação, produção e distribuição numa jornada só.
Quanto custa um projeto do mK Labs?
A partir de R$ 10 mil por projeto
O mK Labs custa a partir de R$ 10 mil por projeto. O valor final varia com o formato, o número de peças, a complexidade do CGI e o prazo, e sai da proposta montada depois do briefing.
O modelo é sob demanda: a marca contrata projeto por projeto, sem custo fixo, e encaixa o investimento no calendário comercial (Dia das Mães, Black Friday, lançamento de produto).
Prazos por formato
Filtros de AR para press kit ficam prontos em 20 a 30 dias, vídeos FOOH vão ao ar em 30 a 60 dias e ativações XR pedem 45 a 90 dias, por causa do hardware.
Os mKases mostram o piso do que é possível: o FOOH da Bio Extratus foi entregue em 30 dias, e os dois vídeos de IA da Hapvida saíram em 16.
Como funciona um projeto do mK Labs, do briefing à entrega?
O fluxo foi desenhado para entregar uma peça de alta qualidade dentro do calendário da campanha. São quatro etapas, com validação da marca em cada uma.

Etapa 1: briefing e big idea
A marca traz o desafio, a persona e o calendário. O time diagnostica o objetivo da campanha, recomenda o formato e fecha o cronograma antes de qualquer render.
Etapa 2: conceito e roteiro
Marca, agência e mK Labs cocriam o conceito e validam tom de voz e narrativa em moodboards e storyboards. É aqui que se decide se a ideia nasce do produto, que é o que faz um FOOH funcionar.
Etapa 3: produção
A equipe executa o CGI, a IA generativa, a animação 3D, o filtro de AR ou a ativação XR. A edição inclui rodadas de feedback com todos os interlocutores do projeto.
Etapa 4: entrega e acompanhamento
A peça final sai nos formatos contratados, com a distribuição apoiada pelo time da marca e a mensuração do resultado. Em projetos com mídia paga, há opção de estudo de Brand Lift.
Quando vale chamar o mK Labs?
O formato certo depende do momento da marca. Estes são os cenários em que o mK Labs costuma entrar:
- Lançamento de produto: teasers em 3D e uma revelação em FOOH criam expectativa e conversa, como nos casos da Bio Extratus e da Skala.
- Data sazonal: Natal, Dia das Mães e Black Friday pedem uma peça que se destaque da enxurrada de anúncios.
- Evento ou convenção: VR, fotos estilizadas por IA e vídeos de abertura fazem o estande ou o palco virar assunto.
- Press kit e PDV: filtro ou WebApp de AR dá ao influenciador algo para mostrar e ao consumidor algo para explorar.
- Comunicação interna: vídeos com IA e experiências em VR emocionam o time, como nos casos da Hapvida e da Rodonaves.
Para qualquer porte, o caminho é o mesmo. Grandes marcas tratam a metaKosmos como parceira estratégica, e marcas em crescimento contratam projetos mais enxutos com a mesma qualidade cinematográfica.
Quer uma campanha que pare o feed?
Os cases deste texto, com metodologia e números completos, estão no State of Immersive & Agentic Commerce 2026, o estudo da metaKosmos sobre o que já gera resultado em comércio imersivo.
Se a sua marca tem um lançamento chegando e você quer que ele vire conversa em vez de ser pulado, fale com o time do mK Labs. Para começar, clique no botão abaixo.
Perguntas frequentes sobre o mK Labs
O que é o mK Labs?
O mK Labs é a Creative House da metaKosmos, o braço que cria projetos imersivos sob medida para campanhas, lançamentos e eventos. Entram vídeos FOOH, vídeos com IA, animações 3D, filtros e WebApps de AR, ativações em VR e tours virtuais. A contratação é projeto a projeto, sem mensalidade, e cada briefing recebe uma proposta com formato, cronograma e entregáveis.
O que o mK Labs entrega, na prática?
O mK Labs entrega quatro frentes: vídeos FOOH, vídeos com IA e animações 3D; ativações de XR e VR em eventos; tours virtuais e experiências gamificadas; e filtros ou WebApps de AR para press kit e PDV. A marca escolhe uma frente ou combina várias, e o mesmo conceito pode virar FOOH para mídia paga, filtro de AR e ativação no evento.
Quanto custa um projeto do mK Labs?
Um projeto do mK Labs custa a partir de R$ 10 mil por projeto. O valor final depende do formato (vídeo FOOH, vídeo com IA, filtro de AR, ativação de VR ou tour virtual), do número de peças, da complexidade do CGI e do prazo. A metaKosmos monta a proposta depois do briefing, com escopo e entregáveis fechados, para a marca saber o investimento antes de a produção começar.
Quanto tempo leva um projeto do mK Labs?
Depende do formato. Filtros de AR para press kit ficam prontos em 20 a 30 dias, vídeos FOOH vão ao ar em 30 a 60 dias e ativações XR pedem de 45 a 90 dias, conforme o hardware. Em casos reais, o FOOH da Bio Extratus foi entregue em 30 dias e os vídeos de IA da Hapvida em 16 dias corridos. O briefing define o cronograma exato.
Qual a diferença entre o mK Labs e o SaaS da metaKosmos?
O mK Labs vende projetos criativos sob demanda, enquanto o SaaS vende produtos de recorrência. O SaaS reúne provadores virtuais, visualizadores 3D e simulador de casa, como o mK 3D Shop e o mK Beauty, que vivem no site da marca. O mK Labs cuida da campanha: vídeo viral, filtro de AR, ativação em evento. As duas frentes podem ser contratadas em paralelo.
O mK Labs substitui a minha agência ou a minha produtora?
Não, o mK Labs complementa a agência e a produtora. A agência segue dona da big idea, do tom de voz e da narrativa, e a produtora segue com a produção tradicional. O mK Labs entra como parceiro especializado em CGI, IA, AR e XR, na camada imersiva e na pós-produção, integrando o conteúdo ao plano principal sem retrabalho. O modelo é de parceria, não de disputa por verba criativa.
Que resultados o mK Labs já entregou?
Os resultados variam por formato e estão nos mKases. O FOOH da Chevrolet alcançou mais de 2,7 milhões de pessoas na primeira semana, com +775% de CTR. A campanha da Bio Extratus somou 23,3 milhões de visualizações orgânicas, e o vídeo de IA da Rider passou de 11 milhões. Cada número tem página própria, com cliente, formato e contexto. Os filtros de AR também têm métricas, como os mais de 20 mil usos do filtro da Avon.
O mK Labs faz FOOH e vídeos com IA?
Sim, os dois formatos fazem parte do mK Labs. O FOOH mistura cena real com CGI hiper-realista, e o vídeo com IA gera cenas e personagens com inteligência artificial, caso da Rider e da Hapvida. Muitos projetos combinam os dois, como a Anasol, que teve FOOH, vídeo de IA e filtro de AR no mesmo lançamento. O briefing indica qual formato, ou qual combinação, atende melhor ao objetivo e ao prazo da campanha.
O mK Labs faz jogos e experiências em VR?
Sim, o mK Labs cria experiências gamificadas e ativações em VR. Para a Prefeitura de Curitiba, desenvolveu um metaverso 3D com jogos e quizzes sobre sustentabilidade, acessível online e por óculos de VR em eventos. Para a Rodonaves, produziu uma experiência em VR 180° e, para a (re)energisa, uma ativação com VR e fotos estilizadas por IA em evento. Também há tours 3D navegáveis para o imobiliário e o varejo.
Como o mK Labs mede o resultado da campanha?
O mK Labs define os KPIs no briefing, de acordo com o objetivo da campanha. Em FOOH e conteúdo viral, a métrica é alcance orgânico, visualizações, replay, compartilhamentos e mídia espontânea. Em projetos integrados com mídia paga, há opção de estudo de Brand Lift. Cada mKase publicado traz os números do projeto, para a marca comparar com o próprio histórico.
Em quais setores o mK Labs já trabalhou?
O mK Labs já trabalhou em beleza, moda, automotivo, bebidas, varejo, saúde, serviços financeiros, entretenimento e bens de consumo. Entre as marcas estão Chevrolet, L'Oréal Professionnel, Bio Extratus, Stanley, Heineken, Avon, Hapvida, UFC e TV Globo. Cada setor ganha o formato que mais se encaixa: FOOH para lançamento, filtro de AR para press kit, VR para evento. Todos esses projetos estão documentados em mKases com números reais.
Marcas menores podem contratar o mK Labs?
Sim, o mK Labs atende marcas de qualquer porte. Grandes marcas costumam tratar a metaKosmos como parceira estratégica de campanha, e marcas em crescimento contratam projetos mais enxutos, a partir de R$ 10 mil por projeto, que ainda entregam qualidade cinematográfica. A recomendação é começar pela campanha de maior visibilidade do calendário, onde o impacto aparece já na primeira semana.
Como começar com o mK Labs?
O primeiro passo é uma conversa de briefing com um mentor da metaKosmos. A marca traz o desafio, a persona e o calendário comercial, e recebe uma proposta com formato recomendado, cronograma e direção criativa inicial. O ideal é chegar com a data da campanha definida, porque o prazo de cada formato define quando a conversa precisa acontecer. A produção só começa com escopo, prazo e entregáveis aprovados.





